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  • Assuntos Gerais

    Assuntos de interesse geral relacionados à Criptografia NumaBoa.

  • História da Criptologia

    Fatos e personalidades que direta ou indiretamente tiveram influência na história da criptologia.

  • Cifras de Transposição

    Cifras de transposição misturam as letras do texto original de acordo com uma regra reversível qualquer. Em outras palavras, o texto cifrado é obtido através da permutação do texto original.

    Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Cifras de Substituição

    As cifras (ou os métodos) de substituição caracterizam-se pela troca dos caracteres da mensagem clara por outros caracteres ou símbolos. Os dois grandes grupos das substituições são:

    • Substituções monoalfabéticas
    • Substituções polialfabéticas
  • Substituições Monoalfabéticas

    As substituições monoalfabéticas

    Uma tabela de substituição contém os caracteres que serão substituídos e os caracteres substitutos. Esta tabela também é conhecida como cifrante ou alfabeto cifrante. Quando apenas um cifrante é aplicado, a substituição é chamada de monoalfabética.

    As substituições monoalfabéticas foram divididas nos seguintes grupos:

    • Substituições simples ou monogrâmicas
    • Substituições homofônicas
    • Substituições tomográficas
  • Substituições Simples

    Cifras de substituição monogrâmica monoalfabética onde cada UM dos caracteres do texto original é substituído por UM outro (daí chamada de monogrâmica), de acordo com apenas UM alfabeto cifrante pré-estabelecido (ou seja, monoalfabética). Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Substituições Homofônicas

    Cifras de substituição que traduzem cada um dos caracteres do texto claro para um dos símbolos de um conjunto de símbolos, ou seja, cada um dos caracteres pode ser substituído por um dos vários existentes no cifrante. Só se conhecem substituições homofônicas monoalfabéticas (que utilizam apenas UM alfabeto cifrante). Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Substituições Tomográficas

    Cifras de substituição nas quais cada um dos caracteres da mensagem clara é substituído por dois ou mais símbolos. Só se conhecem substituições tomográficas monoalfabéticas, ou seja, que utilizam apenas UM alfabeto cifrante. Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Substituições Polialfabéticas

    As cifras de substituição onde mais de um alfabeto cifrante é utilizado são conhecidas como substituições polialfabéticas. Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Esteganografia

    A arte de esconder a existência de mensagens. Caiu em desuso e foi novamente "ressuscitada" para, na atualidade, ser usada na autenticação de documentos. Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Supercifragens

    Supercifragem é quando se usa mais de um método, ou o mesmo método várias vezes, para obter um criptograma.

  • Códigos

    Códigos podem ser protocolos de comunicação, ou seja, um "conjunto de convenções que rege o tratamento e, especialmente, a formatação de dados num sistema de comunicação". Existem códigos abertos (como o código Morse) e códigos secretos.

    Códigos também podem ser uma coletânea de substitutos para letras, palavras ou frases inteiras. Geralmente são colocados em livros, os chamados livros de códigos ou nomenclaturas, como duas listas em ordem alfabética. Numa delas o texto claro está em ordem alfabética (para facilitar a cifragem), seguido dos substitutos. Na outra, os códigos estão em ordem alfabética (para facilitar a decifração), seguidos do texto claro correspondente.

  • Códigos abertos

    Os códigos abertos são protocolos de comunicação cujos substitutos são de domínio público. Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Cifras de bloco

    Com o advento do computador foi possível trabalhar com números ao invés de letras ou outros caracteres gráficos, um diferencial importante no cenário da criptologia. O trabalho incrivelmente entediante e extremamente susceptível a erros quando feito manualmente foi passado para as máquinas - os humanos, agora, apenas criam funções e observam os resultados.

    A máquina de cáculos chamada computador muda a história da criptografia e da criptoanálise e, como sempre, também a história da humanidade.

    Nos anos da década de 1970, a primeira cifra de bloco que ficou conhecida mundialmente foi a DES (Data Encryption Standard). Representou uma importante evolução na criptografia. Evolução significa melhorar algum processo (ou alguns processos) já conhecido com a adição de novas capacidades. Esta é a história da cifra de bloco DES, baseada nos processos clássicos da substituição e da transposição. Alguns lances de genialidade transformaram totalmente o cenário e fizeram a balança pender para o lado da criptografia. Pela primeira vez, a eterna concorrência entre fazer códigos e quebrá-los está num ponto em que a criptografia está ganhando a corrida e a criptoanálise parece ficar para trás.

  • Cifras de Fluxo

    A grande maioria dos algoritmos criptográficos atuais são cifras de bloco. As cifras de fluxo, que convertem o texto claro em texto cifrado bit a bit, ainda são objeto de pesquisa e têm uma aplicação prática muito discreta. O motivo é que as cifras de fluxo dependem de geradores randômicos de chaves que, apesar da aparente simplicidade, são difíceis de implementar através de software ou de hardware.

  • Chave Pública

    Algoritmos de chave pública onde a cifragem é feita através de uma chave pública e a decifração é feita através de uma chave privada que não pode ser calculada com base na chave pública.

  • Funções Hash

    Conceitos básicos e exemplos de funções criptográficas hash. Os textos marcados com asterisco são interativos.

  • Criptoanálise

    Fundamentos, informações e métodos essenciais para "quebrar" e para medir a segurança de sistemas criptográficos.

  • Dispositivos de Cifragem

    As cifragens podem ser feitas com o auxílio de réguas, cilindros, máquinas e hardware, tudo especialmente projetado para obter criptogramas com mais rapidez e com menos erros. A evolução destes dispositivos sempre dependeu de dois fatores: a evolução da própria criptografia e a evolução das técnicas mecânicas, elétricas e eletrônicas.

  • Exercícios on line

    Tradicionalmente a criptologia de lápis e papel é a criptologia amadorística, um entretenimento do tipo quebra-cabeça onde os únicos instrumentos usados para resolver charadas criptográficas são o lápis, o papel e... o cérebro! Os exercícios aqui apresentados referem-se a sistemas de cifragem explicados nos tópicos de Substituição, Transposição, Códigos e Esteganografia da Criptografia NumaBoa. Podem ser facilmente resolvidos com lápis e papel, mas com maior facilidade com as ferramentas on line.

  • Curso de Criptologia

    A matemática faz parte do arsenal de ferramentas dos criptólogos, tanto dos profissionais quanto dos amadores. Mas não se assuste, aproveite para conhecer a criptologia sob um novo ângulo e para perder o medo da matemática.

  • Papers

    Alguns textos sobre assuntos específicos como avaliações de métodos, de softwares e suporte técnico para entender ou desenvolver técnicas criptográficas e de criptoanálise.

  • Indecifrados

    Textos que, apesar de todos os esforços, continuam escondendo os seus segredos. Muitos deles estão associados a fatos curiosos e histórias incríveis. Que tal tentar decifrá-los?

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